Dicionário de Acordes
Tríades maiores, menores, sétimas e inversões com teclas destacadas no teclado e digitação para ambas as mãos.

Biblioteca das 12 tríades fundamentais para piano com diagramas visuais gigantes de teclado, digitação da mão direita (1-3-5) e círculos harmônicos essenciais.
Currículo de Conservatório
Explore ferramentas acústicas, o catálogo de acordes para as duas mãos e progressões harmônicas baseadas no temperamento igual ocidental.
Tríades maiores, menores, sétimas e inversões com teclas destacadas no teclado e digitação para ambas as mãos.
Progressões I - vi - ii - V em todas as tonalidades para acompanhamento fluido ao piano com baixos na mão esquerda.
Cinco padrões essenciais de acompanhamento: Balada Pop, Baixo Alberti, Valsa 3/4, Lírico 6/8 e Blues Shuffle.
Teclado de concerto completo de A0 a C8, com áudio estéreo ao vivo e atalhos do teclado do computador.
Guia prático dos dedos 1 a 5, do baixo na mão esquerda e da coordenação das duas mãos.
Pratique texturas de balada pop, valsa, baixo Alberti e shuffle com baixo e harmonia coordenados.
Diferente do violão, o piano oferece uma visualização linear direta das notas musicais.
Cada tecla contígua no piano equivale exatamente a um semitom. As distâncias intervalares são visuais e absolutas.
As tríades básicas na posição fundamental são tocadas com o polegar (1), o dedo médio (3) e o mínimo (5) da mão direita.
A mão esquerda fornece a sustentação harmônica e rítmica marcando a tônica e a quinta nas oitavas graves (C2 - C3).
Monografia Acadêmica & Organologia do Teclado
Tratado sistemático sobre o mecanismo de escape percutido, transdução acústica no tampo harmônico, simetria especular bimanual e condução de vozes para pianistas e educadores.
Durante o Renascimento e o Barroco, o teclado foi dominado pelo órgão de tubos, o clavicórdio e o cravo. O cravo pinçava suas cordas com plectros de pena de corvo ou de couro.
Seu ataque era brilhante, mas não mudava com a velocidade ou a força do dedo. Por volta do ano 1700, Bartolomeo Cristofori, conservador de instrumentos do príncipe Fernando de Médici em Florença, concebeu o “gravicembalo col piano e forte”.
A descoberta decisiva de Cristofori foi a alavanca de escape, o scappamento. Ao apertar a tecla, o martelo é lançado em direção à corda.
Frações de milímetro antes do impacto, ele se solta do empurrador. O martelo atinge a corda apenas por inércia e ricocheteia imediatamente para o abafador.
Assim, a corda oscila livre, sem que a massa do martelo a silencie.
«O piano difere fundamentalmente de seus antecessores por traduzir a velocidade do toque em variação dinâmica contínua, do pianíssimo ao fortissimo.»— Tratado de Organologia Musical Histórica, Conservatório de Bolonha.
No violão clássico e moderno, a mão que pisa nas casas numera os dedos de 1 a 4. O polegar fica como apoio atrás do braço.
No teclado, por outro lado, as duas mãos tocam as teclas e usam uma numeração de 5 dedos.
As mãos são construídas em espelho, mas o teclado avança em uma única direção para o agudo. É o desafio da simetria especular.
Veja como a digitação muda ao tocar a tríade de Dó Maior, Dó - Mi - Sol, em posição fundamental.
No conservatório, você aprende mais rápido as 12 tonalidades maiores reconhecendo como as teclas brancas e pretas se distribuem em cada tríade.
Dó Maior (Dó-Mi-Sol), Fá Maior (Fá-Lá-Dó) e Sol Maior (Sol-Si-Ré). Três tríades executadas inteiramente sobre teclas brancas.
Ré Maior (Ré-Fá#-Lá), Mi Maior (Mi-Sol#-Si) e Lá Maior (Lá-Dó#-Mi). Tecla preta no centro ladeada por duas teclas brancas.
Réb Maior (Réb-Fá-Láb), Mib Maior (Mib-Sol-Sib) e Láb Maior (Láb-Dó-Mib). Duas teclas pretas nas pontas com tecla branca central sob o dedo 3.
Si Maior, Si-Ré#-Fá#, é branca, preta e preta. Sib Maior, Sib-Ré-Fá, é preta, branca e branca. Fá# Maior, Fá#-Lá#-Dó#, usa três teclas pretas.
No século XVIII, Johann Philipp Kirnberger formulou o princípio do deslocamento harmônico mínimo. O erro habitual de quem está começando é mover toda a mão direita em bloco ao mudar de acorde.
Isso corta o som e força saltos desconfortáveis. Quem toca com maestria divide o trabalho entre as duas mãos.