Violão acústico em um estúdio

Aprenda, toque e domine o violão conosco

Biblioteca de acordes interativos, círculos harmônicos por tom e ritmos de batida para violonistas de todos os níveis.

Teoria Emocional

Progressões por Emoção

Descubra progressões harmônicas catalogadas por humor: nostalgia, euforia, mistério, romance ou melancolia, com análise teórica e músicas famosas.

CADÊNCIAS UNIVERSAIS · Toque para ouvir

  • Pop Resolutivo (Luminoso)

    Fórmula: I - V - vi - IV

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  • Melancolia & Nostalgia

    Fórmula: vi - IV - I - V

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  • Cadência Andaluza (Dramática)

    Fórmula: i - VII - VI - V

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Afinação Padrão A4 = 440 Hz

Afinador Acústico de Ouvido

Afine com máxima precisão antes de tocar. Ouça o tom real de cada corda (Mi, Lá, Ré, Sol, Si, Mi) gerado por física acústica:

6 CORDAS (GRAVE A AGUDO) · Tom físico real

Círculos Harmônicos Fundamentais

Selecione o Círculo de Sol (G) ou Dó (C) para estudar pedagogia em 4 passos ou pratique com o player interativo.

O Pilar Universal

Círculo de Dó Maior (C)

A base harmônica da música ocidental (I - vi - ii - V7). Domine mudanças suaves entre Dó, Lá menor, Ré menor e Sol 7.

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85 BPM · Sem Capo (T0) · Acústico Pop (#5)

Outros Círculos Essenciais com Pedagogia & Player

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Aprenda a Música por trás de cada Acorde

Cada acorde tem uma função natural no ouvido humano: O Lar (repouso), A Paisagem (emoção), A Aventura (tensão) e O Retorno (resolução).

Monografia Acadêmica & Arquitetura Musical

A Arquitetura do Violão, Física Acústica e Harmonia Tonal

Tratado pedagógico de referência sobre mecânica vibratória de cordas, ergonomia biomecânica de execução e fundamentos da harmonia diatônica para músicos e educadores.

1. Afinação Padrão (Mi-Lá-Ré-Sol-Si-Mi) e Leis Acústicas de Mersenne

Em 1636, o matemático e teórico musical francês Marin Mersenne publicou Harmonie universelle. Lá, ele relatou seus experimentos com cordas vibrantes.

Hoje, eles são resumidos no modelo de corda ideal, f = 1/(2L) × √(T/μ). L é o comprimento vibrante em metros e T é a tensão em newtons, N.

A letra μ é a densidade linear de massa, em quilogramas por metro, kg/m. A frequência diminui se o comprimento ou a raiz quadrada da densidade linear aumentar.

Ela aumenta com a raiz quadrada da tensão.

Mersenne descreve esses experimentos no livro III de Harmonie universelle, publicado em Paris em 1636. Ele compara o comprimento, a tensão, a espessura e a altura das cordas.

A equação de hoje expressa essa relação para uma corda ideal. Não é uma citação textual nem uma fórmula copiada de seu tratado.

f = 1 / (2L) × √(T / μ)

As seis cordas, em hertz

A afinação de concerto toma Lá4 = 440 Hz como referência, de acordo com a norma ISO 16. Na afinação padrão, as seis cordas soltas do violão clássico ou acústico abrangem duas oitavas completas.

Entre a 3ª e a 2ª corda há uma terça maior. Entre as demais cordas vizinhas há quartas justas.

CordaNota / OitavaFrequência (Hz)Comprimento de OndaIntervalo com a corda anterior
6.ª (Mais grossa)Mi2 (E2)82,41 Hz4,16 mCorda de referência
5.ªLá2 (A2)110,00 Hz3,12 mQuarta justa acima de Mi2
4.ªRé3 (D3)146,83 Hz2,34 mQuarta justa acima de Lá2
3.ªSol3 (G3)196,00 Hz1,75 mQuarta justa acima de Ré3
2.ªSi3 (B3)246,94 Hz1,39 mTerça maior acima de Sol3
1.ª (Mais fina)Mi4 (E4)329,63 Hz1,04 mQuarta justa acima de Si3

Os comprimentos de onda são aproximados para o som no ar a 343 m/s e são calculados com λ = v/f. Não são os comprimentos vibrantes das cordas. A norma ISO 16:1975 especifica A4 = 440 Hz.

2. Os 8 Acordes Abertos Essenciais e a Biomecânica do Dedo Pivô

Na pedagogia do violão clássico e popular, oito posições abertas são a base técnica. Em inglês, são chamadas de open chords.

Elas aproveitam as cordas soltas, que vibram livremente. Por isso, soam com muita ressonância e exigem pouco esforço da mão esquerda.

A Méthode pour la Guitare de Sor, publicada em Paris em 1830, é uma fonte primária sobre a técnica do início do século XIX. Suas indicações sobre a posição do instrumento, da mão e dos dedos ajudam a estudar a economia do movimento.

Este resumo não é uma citação literal de Sor.

AcordeTablaturaBaixo FundamentalCaráter e Contexto Harmônico
Dó Maior (C)x320105.ª corda (Dó3)Brilhante, estável, pilar da harmonia diatônica
Sol Maior (G)3200036.ª corda (Sol2)Corpo acústico pleno, âncora dominante no folk e rock
Ré Maior (D)xx02324.ª corda (Ré3)Luminoso, registro agudo nítido e triunfante
Mi Maior (E)0221006.ª corda (Mi2)Ressonância profunda de 6 cordas, pilar do repertório
Lá Maior (A)x022205.ª corda (Lá2)Médio brilhante, três dedos alinhados na casa 2
Mi menor (Em)0220006.ª corda (Mi2)Solene, atrito técnico mínimo com apenas dois dedos
Lá menor (Am)x022105.ª corda (Lá2)Introspectivo, relativo menor direto de Dó Maior
Ré menor (Dm)xx02314.ª corda (Ré3)Noturno, melancolia profunda, padrão de baladas

Na mudança de Dó para Lá menor, o indicador permanece na primeira casa da segunda corda. O dedo médio se mantém na segunda casa da quarta.

O anelar se desloca da terceira casa da quinta corda para a segunda da terceira. Isso é chamado de dedo pivô.

Você conserva uma nota ou um dedo quando a posição seguinte permite e move apenas o necessário. Ajuda a coordenar, mas não elimina o esforço nem garante por si só um som contínuo.

3. O Baixo Fundamental de Rameau e o Círculo Harmônico (I - vi - ii - V7)

Em 1722, o compositor e teórico francês Jean-Philippe Rameau publicou seu Traité de l’harmonie réduite à ses principes naturels. Ele mudou a forma de entender a música no Ocidente.

Para Rameau, os acordes não são intervalos empilhados ao acaso. Eles são governados pela atração do “baixo fundamental”.

O círculo harmônico diatônico, como é chamado no ensino popular, é um bom exemplo.

Fórmula harmônica canônica

I, tônica — vi, submediante menor — ii, subdominante menor — V7, dominante com trítono

Em Dó maior, o círculo vai de Dó para Lá menor, para Ré menor e para Sol sétima. Em cifragem são C, Am, Dm e G7.

Em G7, Si e Fá formam um trítono. Quando G7 resolve para C, Si sobe um semitom para Dó e Fá desce um semitom para Mi.

É uma tendência habitual da tonalidade, não uma regra de todos os estilos nem de todos os ouvintes.

4. Biblioteca Editorial CifraLab: Guias e Tratados Monográficos

Estas são as leituras longas do CifraLab, com pesquisa, organologia, luteria e análise de conservatório.