Mais Popular no Violão
Círculo de Sol Maior (G)
O círculo mais intuitivo e tocado no violão. Não exige pestana e conecta tensão e repouso.
95 BPM · Sem Capo (T0) · Balada Pop (#3)

Teoria Emocional
Descubra progressões harmônicas catalogadas por humor: nostalgia, euforia, mistério, romance ou melancolia, com análise teórica e músicas famosas.
CADÊNCIAS UNIVERSAIS · Toque para ouvir
Pop Resolutivo (Luminoso)
Fórmula: I - V - vi - IV
Melancolia & Nostalgia
Fórmula: vi - IV - I - V
Cadência Andaluza (Dramática)
Fórmula: i - VII - VI - V
Afinação Padrão A4 = 440 Hz
Afine com máxima precisão antes de tocar. Ouça o tom real de cada corda (Mi, Lá, Ré, Sol, Si, Mi) gerado por física acústica:
6 CORDAS (GRAVE A AGUDO) · Tom físico real
Selecione o Círculo de Sol (G) ou Dó (C) para estudar pedagogia em 4 passos ou pratique com o player interativo.
Mais Popular no Violão
O círculo mais intuitivo e tocado no violão. Não exige pestana e conecta tensão e repouso.
95 BPM · Sem Capo (T0) · Balada Pop (#3)
O Pilar Universal
A base harmônica da música ocidental (I - vi - ii - V7). Domine mudanças suaves entre Dó, Lá menor, Ré menor e Sol 7.
85 BPM · Sem Capo (T0) · Acústico Pop (#5)
Círculo de Ré (D)
D • Bm • Em • A7
90 BPM · 4/4 · Sem Capo (T0)
Círculo de Lá menor (Am)
Am • Dm • E7 • Am
80 BPM · 4/4 · Sem Capo (T0)
Círculo de Mi menor (Em)
Em • Am • B7 • Em
75 BPM · 4/4 · Sem Capo (T0)
Círculo de Fá (F)
F • Dm • Gm • C7
90 BPM · 4/4 · Capotraste 1
Cada acorde tem uma função natural no ouvido humano: O Lar (repouso), A Paisagem (emoção), A Aventura (tensão) e O Retorno (resolução).
Notação anatômica de dedos (1 a 4), leitura de diagramas de escala, pestanas sem dor e cifras universais sem confusão.
Ver guia de dedosDados históricos documentados: a origem do sistema tonal, o cânone barroco, a cadência andaluza e a evolução dos círculos.
Explorar história documentadaGuias de postura das mãos, ergonomia de pulso, afinação precisa em frequências (Hz) e diagramas acústicos para download.
Ver recursos de estudoMonografia Acadêmica & Arquitetura Musical
Tratado pedagógico de referência sobre mecânica vibratória de cordas, ergonomia biomecânica de execução e fundamentos da harmonia diatônica para músicos e educadores.
Em 1636, o matemático e teórico musical francês Marin Mersenne publicou Harmonie universelle. Lá, ele relatou seus experimentos com cordas vibrantes.
Hoje, eles são resumidos no modelo de corda ideal, f = 1/(2L) × √(T/μ). L é o comprimento vibrante em metros e T é a tensão em newtons, N.
A letra μ é a densidade linear de massa, em quilogramas por metro, kg/m. A frequência diminui se o comprimento ou a raiz quadrada da densidade linear aumentar.
Ela aumenta com a raiz quadrada da tensão.
Mersenne descreve esses experimentos no livro III de Harmonie universelle, publicado em Paris em 1636. Ele compara o comprimento, a tensão, a espessura e a altura das cordas.
A equação de hoje expressa essa relação para uma corda ideal. Não é uma citação textual nem uma fórmula copiada de seu tratado.
f = 1 / (2L) × √(T / μ)
A afinação de concerto toma Lá4 = 440 Hz como referência, de acordo com a norma ISO 16. Na afinação padrão, as seis cordas soltas do violão clássico ou acústico abrangem duas oitavas completas.
Entre a 3ª e a 2ª corda há uma terça maior. Entre as demais cordas vizinhas há quartas justas.
| Corda | Nota / Oitava | Frequência (Hz) | Comprimento de Onda | Intervalo com a corda anterior |
|---|---|---|---|---|
| 6.ª (Mais grossa) | Mi2 (E2) | 82,41 Hz | 4,16 m | Corda de referência |
| 5.ª | Lá2 (A2) | 110,00 Hz | 3,12 m | Quarta justa acima de Mi2 |
| 4.ª | Ré3 (D3) | 146,83 Hz | 2,34 m | Quarta justa acima de Lá2 |
| 3.ª | Sol3 (G3) | 196,00 Hz | 1,75 m | Quarta justa acima de Ré3 |
| 2.ª | Si3 (B3) | 246,94 Hz | 1,39 m | Terça maior acima de Sol3 |
| 1.ª (Mais fina) | Mi4 (E4) | 329,63 Hz | 1,04 m | Quarta justa acima de Si3 |
Os comprimentos de onda são aproximados para o som no ar a 343 m/s e são calculados com λ = v/f. Não são os comprimentos vibrantes das cordas. A norma ISO 16:1975 especifica A4 = 440 Hz.
Na pedagogia do violão clássico e popular, oito posições abertas são a base técnica. Em inglês, são chamadas de open chords.
Elas aproveitam as cordas soltas, que vibram livremente. Por isso, soam com muita ressonância e exigem pouco esforço da mão esquerda.
A Méthode pour la Guitare de Sor, publicada em Paris em 1830, é uma fonte primária sobre a técnica do início do século XIX. Suas indicações sobre a posição do instrumento, da mão e dos dedos ajudam a estudar a economia do movimento.
Este resumo não é uma citação literal de Sor.
| Acorde | Tablatura | Baixo Fundamental | Caráter e Contexto Harmônico |
|---|---|---|---|
| Dó Maior (C) | x32010 | 5.ª corda (Dó3) | Brilhante, estável, pilar da harmonia diatônica |
| Sol Maior (G) | 320003 | 6.ª corda (Sol2) | Corpo acústico pleno, âncora dominante no folk e rock |
| Ré Maior (D) | xx0232 | 4.ª corda (Ré3) | Luminoso, registro agudo nítido e triunfante |
| Mi Maior (E) | 022100 | 6.ª corda (Mi2) | Ressonância profunda de 6 cordas, pilar do repertório |
| Lá Maior (A) | x02220 | 5.ª corda (Lá2) | Médio brilhante, três dedos alinhados na casa 2 |
| Mi menor (Em) | 022000 | 6.ª corda (Mi2) | Solene, atrito técnico mínimo com apenas dois dedos |
| Lá menor (Am) | x02210 | 5.ª corda (Lá2) | Introspectivo, relativo menor direto de Dó Maior |
| Ré menor (Dm) | xx0231 | 4.ª corda (Ré3) | Noturno, melancolia profunda, padrão de baladas |
Na mudança de Dó para Lá menor, o indicador permanece na primeira casa da segunda corda. O dedo médio se mantém na segunda casa da quarta.
O anelar se desloca da terceira casa da quinta corda para a segunda da terceira. Isso é chamado de dedo pivô.
Você conserva uma nota ou um dedo quando a posição seguinte permite e move apenas o necessário. Ajuda a coordenar, mas não elimina o esforço nem garante por si só um som contínuo.
Em 1722, o compositor e teórico francês Jean-Philippe Rameau publicou seu Traité de l’harmonie réduite à ses principes naturels. Ele mudou a forma de entender a música no Ocidente.
Para Rameau, os acordes não são intervalos empilhados ao acaso. Eles são governados pela atração do “baixo fundamental”.
O círculo harmônico diatônico, como é chamado no ensino popular, é um bom exemplo.
Fórmula harmônica canônica
I, tônica — vi, submediante menor — ii, subdominante menor — V7, dominante com trítono
Em Dó maior, o círculo vai de Dó para Lá menor, para Ré menor e para Sol sétima. Em cifragem são C, Am, Dm e G7.
Em G7, Si e Fá formam um trítono. Quando G7 resolve para C, Si sobe um semitom para Dó e Fá desce um semitom para Mi.
É uma tendência habitual da tonalidade, não uma regra de todos os estilos nem de todos os ouvintes.
Estas são as leituras longas do CifraLab, com pesquisa, organologia, luteria e análise de conservatório.
Numeração canônica dos dedos (1-4), física da pestana sem dor e ergonomia.
De Guido d’Arezzo (1025) e Rameau (1722) até Bach e condução de vozes.
Leis de Mersenne, séries harmônicas de Fourier, temperamento igual e madeiras.
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